Mel-de-Cana Clássico

 
 

 

Processo de Fabrico

 
O mel-de-cana que adorna a mesa dos madeirenses é o culminar de um processo que se inicia com a recolha da cana-de-açúcar. Já na fábrica, as canas são introduzidas em dois moinhos conhecidos por engenhos, dos quais é extraído o sumo de cana, designado por guarapa. Esta é depois canalizada para uma primeira filtração, segue a cozedura nos clarificadores e depois uma nova filtração que garante um extremo rigor no processo de aprimoramento do produto.

Na fase seguinte, a guarapa entra nas evaporadoras para continuar o processo de cozedura e evaporação da água ainda existente. Na fase final, uma nova cozedura e a última filtração antecedem a introdução do xarope na caldeira de vácuo. Falta então o último passo, já o mel-de-cana, que é passado para um reservatório onde repousa e arrefece naturalmente.

 
 

 
 
Poucos produtos se podem orgulhar de possuir o património histórico e cultural que o mel-de-cana apresenta na Madeira. As plantações de cana sacarina, ou cana doce, são tão antigas como os primeiros passos dados pelo homem na transformação da paisagem desta ilha.

Mas o mel-de-cana é muito mais do que uma testemunha da História. É um produto vivo, moderno, em constante adaptação e cuja arte de fazer a Fábrica Mel-de-Cana Ribeiro Sêco é a mais ilustre representante na atualidade.

O mel-de-cana é um produto 100% natural, sem aditivos, corantes ou conservantes, tendo uma duração bastante longa e uma composição orgânica rica.